Luis Vaz de Camões

 


Os Lusíadas

[…]

«A estas nobres vilas sometidas
Ajunta tamb&eacutem Mafra, em pouco espaço,
E, nas serras da Lua conhecidas,
Sojuga a fria Sintra o duro braço;
Sintra, onde as Naiades, escondidas
Nas fontes, vão fugindo ao doce laço
Onde Amor as enreda brandamente,
Nas &aacuteguas acendendo fogo ardente.

[…]

«Já a vista, pouco e pouco, se desterra
Daqueles p&aacutetrios montes, que ficavam;
Ficava o caro Tejo e a fresca serra
De Sintra, e nela os olhos se alongavam
Ficava-nos tamb&eacutem na amada terra
O coração, que as m&aacutegoas lá deixavam;
E, já despois que toda se escondeu,
Não vimos mais, enfim, que mar e c&eacuteu.

PORTUGAL

CASCAIS

LISBOA

SINTRA


Home | Agronomía | Buscadores | Direcciones | ETSIA | Librerías

Música | Personajes | Poesía | Trabajo | Tango | Viajes

TOP

GRACIAS POR SU VISITA

Bandera