![]()
[…]
«A estas nobres vilas sometidas
Ajunta também Mafra, em pouco espaço,
E, nas serras da Lua conhecidas,
Sojuga a fria Sintra o duro braço;
Sintra, onde as Naiades, escondidas
Nas fontes, vão fugindo ao doce laço
Onde Amor as enreda brandamente,
Nas águas acendendo fogo ardente.
[…]
«Já a vista, pouco e pouco, se desterra
Daqueles pátrios montes, que ficavam;
Ficava o caro Tejo e a fresca serra
De Sintra, e nela os olhos se alongavam
Ficava-nos também na amada terra
O coração, que as mágoas lá deixavam;
E, já despois que toda se escondeu,
Não vimos mais, enfim, que mar e céu.
|
Home | Agronomía | Buscadores | Direcciones | ETSIA | Librerías Música | Personajes | Poesía | Trabajo | Tango | Viajes GRACIAS POR SU VISITA |